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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

António Aragão.


No fundo somos todos iguais. A prova básica dessa igualdade, que tanto se discute, reside principalmente no cheiro comum. Se, em vez de discutirem, as pessoas se cheirassem julgo que muitos equívocos acabariam.


          António Aragão,  Desastre nu: peça em quatro episódios, Lisboa, Moraes, 1981.


Partilhado a partir de: Biblioteca Municipal do Funchal