Que poeta não está já habitado pelos poemas que ainda não escreveu?
César Aira, Parménides.
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
César Aira
- Avispa
pelotuda y la reputísima madre que te parió!
- Eh? – Dijo Nelly
sorprendida.
- No, no me
hagas caso, yo me entendo.
En realidade no
podía culparla. Toda la culpa era mía. Cómo iba a saber esse pobre instrumento
clónico descartable donde terminaba el hombre y empezaba su ropa? Para ella era
todo lo mismo, era todo Carlos Fuentes.
César Aira, El congresso de Literatura, Era, México
D.F., 2004.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
César Aira: La costurera y el viento
A voz pela sua
parte tem a peculiaridade de que no seu despreendimento leva o peso do corpo de
onde saiu; como esse peso é a realidade do erótico, às palavras de amor os
amantes creem poder abraçá-las, creem poder fazer com elas um contínuo de amor
que dure para sempre.
(tradução minha)
César Aira, La Costurera y el Viento, Era, Cidade do México, 2007.
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