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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Guimarães Rosa


A linguagem e a vida são uma coisa só. Quem não fizer do idioma o espelho de sua personalidade não vive; e como a vida é uma corrente contínua, a linguagem também deve evoluir constantemente. Isto significa que, como escritor, devo me prestar contas de cada palavra e considerar cada palavra o tempo necessário até ela ser novamente vida.


Guimarães Rosa, Entrevistado por Günter Lorenz.
Entrevista completa aqui.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Guimarães Rosa


O senhor escute meu coração, pegue no meu pulso. O senhor avista meus cabelos brancos… Viver – não é? – é muito perigoso. Porque ainda não se sabe. Porque aprender-a-viver é que é o viver, mesmo. O Sertão me produz, depois me engoliu, depois me cuspiu do quente da boca… O senhor crê minha narração?

Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas.